Título especializado em vinho e gastronomia da Essência Company, editado mensalmente desde 1989.
NESTA EDIÇÃO COM A REVISTA DE VINHOS! • Situada em pleno coração do Vale do Douro, no planalto de Alijó, na Quinta da Ribeira, esta vinha, granjeada em modo de produção integrada, encontra-se instalada em solos de transição granito-xisto, com cerca de 10 anos, plantadas a uma altitude média de 450 metros e exposição solar virada a oeste.
VINHO DE CAPA 7,50 €
O VINHO PRECISA DE PESSOAS: O TALENTO COMO PRIORIDADE
A Ásia não é para impacientes • A Ásia não é, nem nunca foi, um “El Dorado”. É um mercado exigente, fragmentado e lento a construir. Mas para quem tiver visão, paciência e consistência pode ser uma das poucas regiões do mundo onde ainda há verdadeiro crescimento por conquistar.
Crémant, o novo príncipe das borbulhas • Alsácia, Loire, Borgonha e Bordéus, por esta ordem, são as regiões de nascimento dos Crémant, logo seguidas por dois países vizinhos: Luxemburgo e Alemanha. Os mercados que mais estão a consumir estes espumantes de estágios encurtados e apreciação mais imediatista são o alemão, o britânico, o norte-americano, o belga, o escandinavo e o japonês.
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CAIU A MÁSCARA • Não raras vezes somos confrontados com brancos do Dão, nomeadamente da casta Encruzado, em que o estágio em barrica marca o perfil. Com este exemplar a Taboadella foi em sentido inverso.
VINHOS DO POMAR • Como o nome indica, trata-se de um vinho de vinha única, plantada onde antes estava instalado um pomar de romãzeiras.
ALTAMENTE RECOMENDADOS
BOA COMPRAS
CARLOS Raposo • Um dos mais talentosos enólogos do Dão morreu aos 41 anos. Natural de Nelas, Carlos Raposo iniciara nos últimos anos o projeto pessoal dos Vinhos Imperfeitos, muito assente em parcelas de vinhas antigas da região e em métodos rigorosos de vinificação. Carlos Raposo estudou enologia e viticultura na escola CVR Bairrada, seguindo aos 20 anos para França, onde se licenciou em Viticultura na Universidade da Borgonha e fez o mestrado em Enologia na Universidade de Bordéus. Durante esse período de sete anos trabalhou no Château Smith Haut Lafitte e Château Malescot Saint Exupery em Margaux. Depois, trabalhou na quinta Sardónia em Ribera del Duero (Espanha), Robert Craig em Napa Valley (EUA) e Stuart Wines Company em Heathcote (Austrália). Em 2011, aos 27 anos, voltou definitivamente para Portugal onde começou a trabalhar com Dirk Niepoort, até que em 2018 decidiu regressar ao Dão natal e iniciar o projeto pessoal dos Vinhos Imperfeitos, em pararelo com algumas consultorias enológicas.
VERDELHO
A VINDIMA NO HEMISFÉRIO SUL • Do outro lado do Equador, as vindimas decorre(ra)m a ritmos diferenciados. Ainda com dados finais por apurar, ficamos a saber que o fenómeno La Niña teve um papel preponderante na campanha, ao antecipar estados fenológicos.
ANTHONY GONÇALVES NOVA IORQUE, EUA • Nascido em Yonkers, mas moldado pelas raízes de Torres Vedras e do Sabugal, o chefe Anthony Gonçalves é o rosto da gastronomia portuguesa nas alturas de White Plains, com o restaurante Kanopi. Sem formação académica formal, mas com o rigor temperado no Ritz-Carlton, transformou o 42.º andar de uma torre de luxo numa embaixada sensorial onde o peixe, o fogo e os vinhos 100% portugueses ditam as regras. Nesta entrevista à Revista de Vinhos, fala-nos do orgulho de hastear a bandeira de Portugal entre Boston e Manhattan, sem nunca descartar um regresso definitivo às origens.
O GRITO SILENCIOSO DEBAIXO DE ÁGUA: AINDA SOBRE OS EFEITOS DAS CHEIAS DE 2026 • As depressões Harry, Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo e Marta deixaram um rasto de...